Começamos por ir a Madaba, uma cidade bizantina onde visitamos uma igreja ortodoxa grega onde se situa o mosaico do século VI que ilustra o mapa da Palestina.
Dali dirigimo-nos para o Monte Nebo, onde segundo a tradição Moisés se recolheu durante 40 dias, ao fim dos quais desceu com as tabuas da lei.
O Monte Nebo tem uma vista fantastica sobre o vale do Jordão, o mar morto e as montanhas à volta. No entanto, ao contrario do que se diz, não se avista Jersusalém!
Não pudemos visitar a Igreja, pois esta encontra-se em obras ha mais de ano e meio, mas tivemos tempo para deixar um pedido numa oliveira!
Terminada a visita, fomos a um atelier de artesanato onde poderiamos ver uma equipa de senhoras a fazer mosaicos. Para grande decepção da gerente, ninguém abriu os cordões à bolsa...
Regressamos à estrada (o caminho dos reis) e fizemos uma paragem para admirar a paisagem em Wadi Woujib, um vale perpendicular ao vale do Jordão.
Seguimos caminho caminho e paramos para almoçar, naquele que foi o pior restaurante das férias.
Depois do almoço fomos até Herak, onde visitamos a impressionante fortaleza dos Cruzados. O edificio poderia alojar 500 a 600 soldados, distribuidos em 7 pisos, dos quais actualmente apenas se podem visitar 4.
Jantamos no hotel e a seguir assistimos à criação de garrafas de areia. Depois fomos fazer um passeio higiénico, mas não fomos muito longe pois até ao centro de Petra seria cerca de 1 hora a pé, e tinhamos de nos poupar para o dia seguinte, dia da visita a Petra!
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