terça-feira, 7 de julho de 2009

Main Square Festival

Domingo la fui com outros 4 festivaleiros ao Main Square Festival em Arras. Saimos de minha casa perto das 10h e em cerca de 2h percorremos 190 kms, estacionamos e encontramos uma pataterie onde almoçamos.

O prato tipico da pataterie é a "patate au four", isto é uma batata recheada assada no forno. Eu optei por uma salada bastante completa e quase tão "enfarda-brutos" quanto a patate!

Quando terminamos o almoço os "portões" de acesso à Grande Place ja estavam aberto e num instante entramos no recinto.


Como poderão constatar pelas fotos, é impressionante! E mais impressionante é que a grande maioria dos festivaleiros são "normais". A determinada altura até se viam familias inteiras, om miudos, graudos e até mesmo séniores.


O cartaz anunciava-se fantastico e de facto foi absolutamente extraordinario! à expecção do jovem Justin Nozuka, que apesar de ser bonitinho e de ter uma excelente voz, não convenceu o publico. O rapaz é um pouco depressivo e acaba por ser deprimente.



Ja a Kate Perry, devo dizer que me surpreendeu pela positiva. é super enérgica, consegue comunicar com o publico ea sua banda igualmente.


Duffy com a sua voz nasalada e o seu ar de diva, cantou quase todas as musicas do seu album.

Quando os Franz Ferdinand subiram ao palco, incendiaram a praça! era ver toda a gente aos pulos e a cantar! uma onda gigantesca que se preparava para Lenny.


A Praça foi-se enchendo ao longo da tarde e à medida que os nomes mais conhecidos subiam ao palco, o numero de festivaleiros aumentava exponencialmente.

Para além destes, outros espectadores se juntavam à festa nas janelas dos prédios flamengos que contribuiram para a classificação da praça como patrimonio da humanidade.


O momento apoteotico foi vivido na entrada em cena de Lenny. Foi a histeria total.

O concerto foi hiper-mega-fantastico, todos cantavam e pulavam e quando no seu primeiro encore ele percorreu os corredores em frente ao palco e junto ao publico, uma onda de histeria invadiu a Praça. A multidão avançou em direcção ao artista e às tantas todos nos tocamos Lenny de uma forma "vectorial". Eu toquei na minha amiga, que tocou no tipo que estava com a namorada que toucou a rapariga que tocou no jovem que tocou o blusão de Lenny.


Depois de Lenny, foi a vez de Moby. O intervalo entre os 2 concertos foi demasiado longo e como estavamos cansados e ainda tinahmos de regressar a Paris, decidimos vir embora à 5a canção.

Quando entramos na Auto-estrada, começou a chover, mas passados 15 kms parou e fizemos o percurso calmamente até ao momento em que fomos forçados a uma travagem de emergência devido a um acidente de um casal de muçulmanos.
O carro ocupava 2 das 3 faixas, nada assinalava o acidente, nem piscas, nem triângulo e os senhores nem sequer tinham vestido o colete retro-reflector! Foi por um triz que não nos espetamos contra eles. Tive bons reflexos, travei atempadamente e assinalei com os piscas de modo a que os que vinham atras pudessem perceber que algo se passava.
Não ficamos para ver o desenvolvimento da cena, assim que pudemos mudamos de faixa e seguimos viagem.

Fizemos a ronda da "entrega" de 3 dos festivaleiros em suas casas e chegamos a minha casa perto das 3h. Estacionei no local onde a minha amiga tinha deixado o seu carro e subi para algumas horas de descanso.

Mas foi uma boa experiência e uma prova superada. Ainda tenho idade para estas coisas!

mais fotografias disponiveis em www.facebook.com/gisela.batalha

1 comentário:

Pé na estrada disse...

Tu deves pensar que és kota. Mocinha, kota é um estado de espírito!!!
Ai!!!!!!!!!!!!